Revista Pais&Filhos

Ler é tudo! E ainda estimula a fala das crianças

CONTOS DE FADAS, GIBIS, LIVROS INTERATIVOS… O QUE IMPORTA É FOLHEAR E DEIXAR A IMAGINAÇÃO LIVRE

REDAÇÃO PAIS&FILHOS

A gente já sabe que os livros são ótimos para estimular a imaginação e proporcionar um melhor desenvolvimento para as crianças, mas, além disso, as histórias também são capazes de ajudar no processo de aprendizado da fala e linguagem. “Explorar o universo imaginário e os diversos formatos dos livros ajuda a despertar a curiosidade e favorece a produção dos primeiros sons e palavras da criança”, comenta a fonoaudióloga Raquel Luzardo, mãe de Gabriel e especialista em linguagem e atendimento infantil.

Contos de fadas, gibis, livros interativos, livros-brinquedos, livros de tecido ou até de banho… o importante favorecer contato das crianças com o mundo da literatura! E isso pode começar cedo. Bebês entre 15 e 18 meses já conseguem aprender uma palavra nova a cada leitura partilhada e a relacioná-la ao objeto que representa, segundo a fonoaudióloga.

“Os bebês adoram livros com sons, por exemplo, que incentivam a imitação, aguça a curiosidade e a produção dos sons onomatopeicos e a nomeação das palavras,” indica. Veja mais dicas da especialista sobre como estimular a leitura em cada idade da criança e alguns livros bons para isso.

De 1 a 2 anos
Livros com texturas são os mais recomendados para essa idade, pois o toque é fundamental. As ilustrações também podem ser observadas porque chamam bastante a atenção da criançada dessa faixa etária.

De 2 a 4 anos
Escolha livros repletos de figuras e ilustrações com enredos mais curtos e letras grandes. Livros cartonados com páginas grossas também são opções recomendadas porque facilitam o manuseio. A princípio, seu filho poderá pedir que você conte a história. Mas, aos poucos vai descobrir como pode ser divertido “ler” do jeito dele.

De 5 a 7 anos
É comum a criança ter mais interesse por livros que apresentam figuras conhecidas como sol, árvores e flores com olhos e boca.

De 7 a 10 anos
Nessa fase, a criança passa a se sentir atraída por super-heróis, vilões, príncipes, princesas e, claro, bruxas. Portanto, aposte nesses temas. Como elas estão começando a ser alfabetizadas, prefira livros com letras grandes e de forma, facilitando o entendimento.

Títulos para estimular a imaginação e ampliar o vocabulário

1 – Quando mamãe virou um monstro – Joanna Harrison (Brinque-book)
2 – O pinguim chamado Pinguim que tinha pé frio – Jorge Chaskelmann (Amarilys)
3 – O Ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado – Don e Audrey Wood (Brinque-book)
4 – O que tem dentro da sua fralda – Guido Van Genechten (Brinque-book)
5 – O Balde das chupetas – Bia Hetzel (Brinque-book)
6 – Seu soninho, cadê você? – Virginie Guerin
7 – Vai embora grande monstro verde – Ed Emberley ( Brinque-book)
8 – Maria vai com as outras – Sylvia Orthof (Ática)
9 – Chapeuzinho Amarelo – Chico Buarque (José Olympio)

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Todos os gostos, idades e valores: 43 dicas de presentes para o Natal

VEJA AS NOVIDADES E OS BRINQUEDOS QUE ESTÃO FAZENDO SUCESSO

REDAÇÃO PAIS&FILHOS

Estamos a menos de um mês do Natal e é importante se preparar com antecipação para a data, principalmente quando se trata dos aguardados presentes das crianças. Já está com uma cópia da cartinha de Natal dos seus filhos em mãos? Já está por dentro dos lançamentos e brinquedos que estão em alta? Então, bora fazer as compras porque deixar para a última hora é uma correria, além de ser muito arriscado!

Na galeria acima você vai encontrar um monte de sugestão de presente, mas na revista deste mês, que está nas bancas tem ainda mais opções! Na Pais&Filhos de dezembro, falamos também dos brinquedos mais adequados para cada fase das crianças.

0 a 12 meses
Quando o bebê nasce, o sentido que está mais desenvolvido é a audição. Então, a dica da fonoaudióloga Raquel Luzardo, mãe de Gabriel e especialista em linguagem e atendimento infantil, é oferecer brinquedos com estímulo sonoro suave e agradável.
“Ao fazer um som perto do ouvido do bebê, repare que ele vira a cabeça em direção a este som. Nesta fase, o chocalho é uma boa escolha”, sugere. Com o passar dos meses, as atividades de pés e mãos ficam mais intensas. “Se o bebê bate ou chuta acidentalmente o brinquedo ele percebe que há um movimento, começando a perceber a relação causa-efeito”, indica Raquel.

1 a 3 anos
Quando completam um ano de vida, os bebês já estão bem mais ativos. Adoram interação! Brinquedos musicais e livros com figuras coloridas chamam ainda mais atenção. Objetos que estimulam o movimento, como carrinhos de empurrar, blocos de montar ou simples caixas com coisas dentro para tirar e colocar de volta são ótimas opções de presente. Instrumentos musicais, como cornetas e tambores, também são bem-vindos. Por volta dos 3 anos, além de brincar, as crianças já podem organizar as coisas. “É importante que elas comecem a guardar seus brinquedos. Estimule a fazer isso como parte da brincadeira.”

3 a 5 anos
Mais estímulos ainda são reforçados com as brincadeiras quando a garotada vai chegando perto dos 5 anos. Além da linguagem, os brinquedos também começam a incentivar a coordenação motora e a imaginação. O que conquista mesmo o filho de Monique Morata, Rico, que tem 4 anos, é competir. “Ele também adora construir com massinha, mas ele tem que ser desafiado: ‘Será que conseguimos fazer uma maçã?’ e participar das atividades da casa, como arrumar a mesa do jantar fazendo de conta que estamos em um restaurante”, conta Monique.

5 a 7 anos
Com o avançar da idade, os jogos que mexem o esqueleto são os que mais prendem a atenção das crianças. Além desses, a fonoaudióloga lembra a importância dos jogos de tabuleiro e de cartas. Eles incentivam a competição saudável, desenvolvem aspectos linguísticos e sociais, de acordo com Raquel. Nancy, mãe de Flávio, pode confirmar isso. Ela e o filho, de 8 anos, brincam juntos. “Flávio gosta de livros de truques mágicos onde lê, treina e faz a exibição. Nos jogos de cartas gosta de envolver pessoas da família e de mostrar suas capacidades como concentração e estratégias”, conta.

7 a 10 anos
Agora é a vez de usar a cabeça! É interessante que a família desperte nas crianças o gosto por coisas que estimulem o raciocínio e a criatividade. No entanto, é sempre bom lembrar que a escolha dos brinquedos não pode ser só pela indicação da idade. Assim como os adultos, as crianças têm gostos e desenvolvimentos diferentes. “Além da idade, devemos também levar em consideração a individualidade do filho, seus interesses e gosto pessoal”, lembra a fonoaudióloga.

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musica-desenvolvimento

Música para os bebês é mais importante do que você imagina ou já ouviu falar

OS BENEFÍCIOS COMEÇAM QUANDO ELES AINDA ESTÃO NA BARRIGA DA MÃE

N ão há como negar que ouvir música é bom demais. Dá pra relaxar, se animar, concentrar… Nos primeiros mil dias dos bebês, que vão da gravidez até os dois anos de vida, as melodias trazem ainda mais benefícios.

A partir da 20ª semana de gravidez o a audição do bebê já começa a se desenvolver. Lá de dentro da barriga, ele já escuta a mãe falar e cantar. A voz dos pais fica gravada na memória das crianças desde dessa época, segundo a fonoaudióloga Raquel Luzardo, mãe de Gabriel. É por isso que elas se acalmam ao ouvirem o pai e a mãe, depois de nascer.

“O mesmo acontece com a música. Se a mãe ouve com frequência durante a gestação, ela faz com que o bebê, após o nascimento, reconheça e se acalme com as músicas”, explica a especialista em linguagem, que também atua em atendimento clínico infantil.

Raquel indica músicas clássicas, sons da natureza, canções infantis e até de ninar como boas opções para o bebê ouvir ainda na barriga da mãe e também depois do nascimento. “Elas aumentam a atividade cerebral do bebê e fortalecem o vínculo”, justifica. É importante lembrar, no entanto, que todos os sons devem agradar a mãe. “Não adianta colocar música clássica só porque dizem que é bom. Se a gestante não gosta, não será benéfico, nem prazeroso”.

Depois que o bebê nasce, é também por meio das músicas que ele começa a perceber um mundo cheio de possibilidades de novas palavras. “Melodias e ritmos que são importantes para o desenvolvimento da fala, do aumento do vocabulário e também na articulação das palavras”, completa a fonoaudióloga.
Esses benefícios não são conseguidos apenas com músicas infantis. É interessantes apresentar para a garotada todo o tipo de canção. Vários tipos musicais, além de ampliar o repertório, favorecem novas possibilidades de gosto musicais para elas.

A fonoaudióloga alerta apenas para o volume, que não deve ser muito alto. De acordo com a especialista, passar longos períodos com fones de ouvido também não é recomendado para não prejudicar a função auditiva das crianças.
Pensando nos benefícios da música e em outros cuidados com a saúde, principalmente na gestação e nos dois primeiros anos de vida das crianças, a Danone Early Life Nutrition lançou o portal Primeiros 1000 Dias. O site tem o objetivo de informar sobre tudo o que ocorre neste período e como nós pais podemos lidar melhor com todas as transformações

A plataforma está recheada de dicas sobre alimentação, amamentação, hábitos saudáveis e curiosidades. O conteúdo é baseado em estudos científicos, mas apresentado de forma rápida, leve e educativa para que cada vez mais pessoas se conscientizem sobre a importância dos mil primeiros dias.

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brincadeiras

15 dicas de brincadeiras e atividades para o Dia das Crianças

JÁ SABE O QUE VAI FAZER NESSE DIA DAS CRIANÇAS? PARTICIPE COM A GENTE DO PROJETO RECONECTE E PROGRAME-SE PASSAR O FERIADO AO LADO DOS FILHOS

C aixa que é caverna. Sabugo que é boneco. Tintas que transbordam do papel e dão asas à imaginação. Brincar é sinônimo de ser criança. É também sinônimo de descobrir, inventar, aprender e imaginar. E os pais não só podem, como devem entrar junto na brincadeira!

Pensando nisso, a Pais&Filhos, em parceria com a Lillo, propõe a você o projeto Reconecte. Por meio dele, a comemoração do Dia das Crianças vai unir a diversão ao contato entre pais e filhos de uma forma inusitada. No dia 12 de outubro, ficaremos exatas seis horas sem publicar em nossas redes sociais. Das 10h às 16h, sugerimos que vocês se desconectem, como a gente, de qualquer tela, seja ela do celular, do computador ou do tablet, para dedicarem um tempo exclusivo aos filhos. Mas não há motivos para se preocupar se você não souber por onde começar! Até a data marcada, vamos compartilhar inúmeras ideias de brincadeiras e atividades para ninguém ficar parado.

Independente do que escolherem fazer, o importante mesmo é estar ao lado do filho, e otimizar esse tempo. Como lembra Sheila Leal, mãe de Gabrielle, fonoaudióloga e psicopedagoga especialista em desenvolvimento infantil, é “compromisso dos pais estarem, pelo menos, 15 minutos ao lado dos filhos por meio de atividades rotineiras todos os dias”. Que esse Dia das Crianças seja um marco para relembrar a importância do convívio familiar.

Então, vamos entrar juntos nessa brincadeira? No dia 12, vale tudo, inclusive se atentar à programação da sua cidade. Uma dica é que as crianças amam surpresas e nada melhor do que surpreendê-las no dia delas. Que tal escolher um restaurante diferente para comer, ou conhecer um parque que o seu filho sempre quis ir mas nunca deu tempo? Decidir juntos o destino também é uma possibilidade! O importante é se programar para aproveitar ao máximo. Se a ideia for passar esse tempo em casa, o leque de atividades também é enorme. Selecionamos algumas para te inspirar!

1. Teatro de fantoches

Histórias ajudam a estimular a imaginação e favorecem o mundo lúdico da criança, o que é superimportante. No teatro de fantoches, a criatividade vai comandar o espetáculo. Os atores podem ser bonecos confeccionados ou até meias customizadas. Os adultos podem começar a contar a história. Depois, as posições se invertem e os filhos inventam seus próprios enredos.

2. Desenho maluco

Separe folhas de papel, canetas coloridas, tintas, pincel e deixe a imaginação tomar conta. Ao final da atividade, vale expor as obras-primas em uma galeria de arte da família. Vocês vão concluir que a casa só tem artistas! “Desenhar com os filhos e abordar coisas relacionadas ao que eles estão vivendo no momento é muito recomendado”, indica Sheila.

Para quem quiser ir além, existe o jogo chamado Desenho Maluco. Nessa brincadeira, cada participante recebe uma folha em branco. O primeiro passo é desenhar uma cabeça no alto da folha. Depois, dobram-se os papéis e as folhas são trocadas entre os participantes. Em seguida, cada participante continua o desenho na folha que recebeu. Repetindo as instruções, as folhas são novamente trocadas. Assim, cada criança desenha uma parte, da cabeça aos pés. No fim, abra os papéis e veja os desenhos que se formaram. Com certeza, vão ficar muito divertidos, com direito a cada participante deixar a sua marca neles.

3. Mãos na massa

Quem não gosta de brincar de massinha? O melhor dela é que pode ser feita em casa. Você só vai precisar de uma xícara de sal, quatro de farinha de trigo, uma xícara e meia de água, três colheres de sopa de óleo e corantes alimentícios das cores que preferir. Depois, é só misturar tudo e, literalmente, colocar as mãos na massa!

4. Imaginação no comando

Sabe aquela caixa de papelão sem uso e jogada na dispensa de casa? Você tem um grande aliado para a diversão em família e nem sabia! Com um pouco de cor, traços e, lógico, criatividade, ela pode ser transformada em avião, carro , casa, e o que mais a imaginação permitir.

O mesmo vale para as revistas e gibis antigos. Essas folhas podem virar aviões de papel ou barcos à vela com simples dobraduras. A largada será dada e, pelos ares ou pelas águas, a família vai fazer suas apostas para os vencedores das corridas e a diversão será garantida!

5. Revirando o baú

Chegou a hora dos pais relembrarem as brincadeiras da época deles. Bolinha de gude, peteca, jogo de varetas, banco imobiliário… Segundo Raquel Luzardo, mãe de Gabriel e fonoaudióloga, as crianças tem muito interesse em saber como os pais eram quando criança. Assim, ao mesmo tempo em que os pais tem a oportunidade de ter uma lembrança gostosa da época de infância, os filhos criarão uma conexão muito forte.

6. Telefone sem fio

Para essa brincadeira, todo mundo deve ficar em círculo. O primeiro participante cria uma mensagem e fala no ouvido do próximo. A mensagem vai passando adiante e cada um vai dizendo o que entendeu. A última pessoa será quem vai repetir, em voz alta, o que ouviu. O desafio é descobrir se a mensagem permaneceu a mesma do começo ao fim. Alerta: essa brincadeira pode render várias gargalhadas.

7. Batata quente diferente

Essa brincadeira é proposta por Raquel e a gente amou a ideia. Usaremos o celular, mas de um jeito inusitado. A brincadeira consiste em sentar em roda e programar a opção de foto do celular no timer. Iniciada a contagem regressiva para o clique, o celular servirá de batata quente e passará de mão em mão. Quando o tempo se esgotar, a foto não deixará mentir quais mãos foram as últimas. Depois da brincadeira, vale sentar junto e se divertir com as fotos que ficaram registradas.

8. Quem sou eu?

Para esse jogo, são necessárias habilidades de detetive! Os jogadores devem também estar em roda. Cada um escolhe o nome de um personagem de filme, desenho, artista, ou mesmo alguém do convívio deles, escreve num papel e gruda na testa do participante da direita, sem que ele veja. Cada criança faz perguntas para os outros jogadores sobre o que ela é. Por exemplo: “eu sou uma mulher?”. E os jogadores só podem responder sim ou não. Cada um tem uma chance de tentar adivinhar.

9. Stop!

No Stop!, a família definirá em conjunto categorias de cores, animais, carros, cidades, entre outras. A partir do que foi escolhido, todos escrevem as categorias em um papel. Escolhida uma letra, todos preenchem a folha, de acordo com as categorias, com palavras que comecem com a letra escolhida. Aquele que acabar primeiro grita “Stop!”. O jogo pode acontecer de forma individual, mas pensar junto e dividir a família em equipes é mais divertido.

10. Um, dois, três, ação!

Em pedaços de papel, escreva nome de filmes, atores, ações. Eles devem ser sorteados entre os participantes. Um representante da equipe deve fazer com que os outros descubram o que ele tirou. Mas o desafio se dá ao passo de que ele não pode falar ou emitir sons, apenas gesticular. A mímica vai entrar em ação! Quem se sairá melhor?

11. Alerta cor

Essa brincadeira pede um espaço grande! Uma pessoa é escolhida para ser o pegador e os demais ficam espalhadas pelo cômodo. O pegador diz “alerta cor!” e os demais perguntam “que cor?”. O pegador, então, escolhe uma cor e todos deverão tocar em algo dessa cor para ficarem salvos, caso contrário, poderão ser pegos.

12. Acampamento

As crianças amam acampamento! Podem ser usadas barracas de verdade ou improvisar com cadeiras, lençol. almofadas e coisas que temos em casa. O lugar do camping escolhido é a própria sala de casa e todo mundo ajudará a montar as barracas.

13. Pique-nique

Nesse dia, o jantar vai acontecer de uma forma diferente! É só estender uma toalha no chão da sala e todo mundo vai ser convidado a comer ali mesmo. E o cardápio também pode ser escolhido em conjunto. Entre sanduíches, frutas e sucos, a criança pode ajudar na preparação.

14. Memória dos objetos

Essa atividade é para exercitar a memória. Objetos da cozinha, do quarto ou os próprios brinquedos do seu filho podem ser usados. O primeiro passo é separar 10 objetos. Assim, a criança terá que observá-los por um tempo determinado. Os pais são os responsáveis por tirar um e deixar a criança perceber o que sumiu.

Escolher um cômodo da casa também pode ser uma opção. Agora, a criança deve olhar durante um minuto para a disposição dos objetos no cômodo escolhido. Depois, terá que descobrir o que mudou de lugar. Os papéis também podem se inverter e a criança comandar a brincadeira e alterar o lugar dos objetos.

15. Caça ao tesouro

O tesouro está escondido e o mapa do pirata é a própria casa! Todas as pistas estarão espalhadas e farão todo mundo quebrar a cabeça para pensar em conjunto. Como recompensa, as crianças vão ganhar abraços, beijos e muito carinho.

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Teste da linguinha é obrigatório em recém-nascidos. Saiba por quê!

Longe de ser malcriação, mostrar a língua é bom para recém-nascidos

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Língua presa pode atrapalhar na amamentação e na fala (Foto: Shuterstock)

Por REDAÇÃO PAIS&FILHOS

D esde 2014, bebê nenhum sai do hospital ou da maternidade sem ter feito o teste da linguinha. Isso é determinado por lei e reflete a importância desse procedimento para a saúde e qualidade de vida do recém-nascido. É relevante ressaltar que a fala do seu filho e a amamentação podem correr riscos caso ele saia do hospital sem fazer o teste.

O método avalia alterações no frênulo, pequena membrana localizada embaixo da língua que a conecta com o assoalho da boca. Desta forma, problemas de língua presa podem ser detectados. Possíveis alterações levam os bebês a fazerem muito esforço na hora de mamar, gastando mais energia. E ainda existe o risco de machucar o mamilo da mãe. Fatores que podem gerar o desmame precoce.

O teste é feito 48 horas após o nascimento da criança. “É simples, indolor e consiste em examinar com os dedos o movimento da língua e a posição do frênulo”, explica a fonoaudióloga e especialista em linguagem Raquel Luzardo.

Outras formas de descobrir o problema da língua presa são bebês que mordem o bico do seio da mãe ao mamar, que não conseguem colocar a língua para fora ou que, quando colocam, ela tem formato de coração.

Luzardo conta que “normalmente as mães acham que o desmame precoce acontece porque o leite delas está fraco, e acabam introduzindo a mamadeira”. Elas também relatam ferimentos e muita dor nos mamilos.

O melhor é fazer o exame, preferencialmente, nos primeiros meses de vida do bebê. Mas é interessante frisar que, posteriormente, também é possível fazer por meio de outras avaliações.

Cirurgia

Ao identificar alguma alteração no frênulo, o bebê passa por uma cirurgia para corrigir o problema. Ela tem o nome de frenotomia ou pique e consiste em um pequeno corte nesse pedaço de pele. O procedimento é bem simples e pode ser feito por um dentista ou por um cirurgião plástico.

Como a maioria dos problemas relacionados à saúde, o diagnóstico precoce pode evitar complicações maiores.

Fonte: Revista PAIS&FILHOS

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